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PSICÓLOGOS NO PORTO

Bem-vindo(a)!

Sou psicóloga clínica, membro efetivo da Ordem dos Psicólogos, especializada no tratamento de crianças em estreita colaboração com os seus pais. Trabalho também com adolescentes, adultos, mulheres grávidas e mães com bebés.  

Trato de problemas tais como dificuldades de relacionamento entre pais e filhos, problemas comportamentais, ansiedade e stress, depressão, trauma psicológico, dificuldades com transições de vida e luto. 

A primeira consulta é grátis.

Para além de psicoterapia desenvolvo também workshops para o público em geral sobre diferentes temas.

CLÍNICA DE PSICOTERAPIA

PSICOTERAPIA

Crianças e Adolescentes

Tipos de problemas que trato:

• Problemas relacionais (dificuldade na relação com pais, irmãos, professores, colegas)
• Problemas comportamentais (birras, agressividade, desobediência, comportamentos de risco)
• Ansiedade (medos, fobias, timidez excessiva)
• Trauma Psicológico (acidentes, perda de familiares e/ou amigos próximos)
• Depressão (tristeza, isolamento, choro frequente)

A psicoterapia começa com uma avaliação dos problemas e pontos fortes das crianças/adolescentes e suas famílias, estabelecendo posteriormente um plano de tratamento (1 a 2 sessões). As intervenções que uso são baseadas nas abordagens cognitivo-comportamental, narrativa, CPP (Child-Parent Psychotherapy) e ACT (Acceptance and Commitment Therapy.) A eficácia destas abordagens é suportada por investigação científica.
A colaboração e participação dos pais neste processo é muito importante para a superação dos problemas, o desenvolvimento saudável das crianças/adolescentes e o bem-estar de todos os membros da família. 
A primeira consulta com os pais é grátis.

Adultos

Tipos de problemas que trato:

• Ansiedade e stress (preocupações excessivas, fobias, dificuldades sociais)
• Depressão (tristeza, isolamento, pensamentos suicidas, sentimentos de inutilidade)
• Dificuldades com transições de vida (parentalidade, desemprego, divórcio)
• Luto

A intervenção terapêutica é iniciada por uma avaliação de problemas, qualidades e necessidades (1 a 2 sessões). É depois estabelecido um plano de tratamento em parceria com o paciente. As intervenções que uso são baseadas nas abordagens cognitivo-comportamental, narrativa e ACT (Acceptance and Commitment Therapy.) A eficácia destas abordagens é suportada por investigação científica.
A primeira consulta é grátis.

Mulheres Grávidas e Mães com Bebés Pequeninos

Tipos de situações/problemas que trato:

• Preparação para a parentalidade
• Relação mãe-bebé
• Depressão

No caso de mulheres grávidas e com bebés pequenos ofereço psicoterapia individual e de grupo. Ofereço dois grupos:

• Grupo "Gravidez feliz". O objetivo deste grupo é proporcionar um espaço de partilha, discussão e apoio (12 sessões). 
• Grupo: "O meu bebé e eu". Este grupo tem dois momentos: o primeiro em que as mães podem brincar livremente com os bebés e observar o seu comportamento. No segundo momento as mães partilham entre si o que observaram bem como dúvidas e observações que tenham surgido fora do grupo (12 sessões).
• Para informações sobre os próximos grupos ligue para nosso contacto telefónico.

 

CLÍNICA DE PSICOLOGIA

Como ajudar as crianças a lidar com a morte de alguém próximo?


O Luto infantil:

Cada criança tem uma maneira singular de experienciar a morte de um ente querido. O processo de luto vai também evoluindo, à medida que a criança vai crescendo. A maneira como as crianças lidam com a morte de uma pessoa próxima varia consoante a sua idade, estádio de desenvolvimento, experiências passadas, maturidade emocional, ambiente familiar, entre outros fatores.
Algumas reações frequentes à morte de alguém próximo:
• A nível emocional: tristeza, revolta, culpa, insegurança, medo que outras pessoas morram, apatia.
• A nível comportamental: agressividade, procura da pessoa falecida, perda de apetite, pertubações do sono, comportamentos regressivos (voltar a fazer xixi na cama, falar “à bebé”, por exemplo).
• A nível relacional: isolamento, excesso de dependência, irritabilidade, preocupação com a separação.
• A nível cognitivo: pensamento constante na pessoa que morreu, preocupação com a morte, crença na reversibilidade da morte.

Desenvolvimento do conceito de morte nas crianças:
Dos 0 aos 2 anos:
• Nesta idade as crianças não têm a capacidade de compreender o que significa a morte; no entanto, se se tratar de alguém próximo, os bebés e crianças pequenas sentem a falta da pessoa falecida e reagem às emoções e comportamentos das outras pessoas no seu ambiente. As crianças pequenas são também muito sensíveis a mudanças repentinas das suas rotinas diárias de alimentação, sono e demonstram muito desconforto face a estas mudanças.
Dos 2 aos 4 anos:
• Nesta idade as crianças ainda não compreendem a irreversibilidade da morte. A morte é vista como temporária e reversível, por vezes, as crianças perguntam quando vem a pessoa falecida, embora lhes tenha sido dito que essa pessoa não vai voltar.
Dos 4 aos 7 anos:
• O egocentrismo é muito característico desta idade, pelo que, frequentemente, as crianças se sentem responsáveis pela morte da pessoa e demonstram sentimentos de culpa. Nesta idade, as crianças têm um tipo de “pensamento mágico” que as leva a pensar que pensamentos e sentimentos negativos que tiveram sobre a pessoa querida, causaram a sua morte. Outro exemplo desse pensamento mágico acontece quando as crianças ligam dois eventos que nada têm a ver um com o outro; por exemplo: se levaram um brinquedo para a escola no dia em que a pessoa morreu, podem acreditar que foi esse brinquedo que provocou a morte do seu familiar. Isto acontece particularmente quando as causas da morte não foram explicadas e a criança está muito confusa sobre o que aconteceu.
Dos 7 aos 10 anos:
• Nesta idade as crianças já começam a perceber que a morte é irreversível. Por vezes, visualizam a morte como um monstro ou fantasma, têm muita curiosidade sobre os detalhes da morte e podem fazer muitas perguntas sobre as circunstâncias da morte e o que vai acontecer a seguir. Por vezes, a morte é vista como uma punição por algum erro cometido.

Como ajudar uma criança que perdeu alguém próximo:
• Dedique tempo a falar com a criança e mantenha-se por perto física e emocionalmente.
• Explique os factos de uma maneira simples, sem oferecer demasiados detalhes e respondendo honestamente às perguntas das crianças, mesmo que a resposta seja “não sei.”
• Use uma linguagem precisa. Evite dizer: “Ele(a) partiu” ou “Está a dormir” pois estas expressões causam confusão nas crianças.
• Pergunte à criança o que está a pensar ou sentir.
• Corrija eventuais ideias de que a morte é culpa da criança ou que esta teve alguma responsabilidade no que aconteceu. Assegure à criança que continuará a ser cuidada e amada.
• Explique os seus sentimentos à criança. Se o(a) virem chorar explique o que sente. As crianças são muito atentas e vêem os adultos como os seus modelos. É importante verem como os adultos expressam a sua tristeza e poderem partilha-la com eles.
• Explique o que é o velório e o funeral à criança e perceba se ela gostaria de participar nestes acontecimentos e se isso é apropriado para a sua idade.
• Proporcione maneiras apropriadas da criança se despedir da pessoa querida (escrever uma carta, fazer um desenho, etc.)
• Deixe a porta aberta para que a criança possa falar sobre a pessoa que morreu e possa fazer mais perguntas à medida que estas venham a surgir no futuro.
• Esteja aberto(a) a partilhar memórias da pessoa que morreu.

Luto normal e luto complicado/traumático:
Indicadores de um luto normal:
• Aceitação da realidade e permanência da morte.
• Capacidade de sentir e lidar com as emoções provocadas pela morte da pessoa querida.
• Adaptação às mudanças na vida provocadas por essa morte.
• Fortalecimento das relações com os familiares e amigos e desenvolvimento de novas relações.
• Ligação com a pessoa falecida através de recordações e memórias de convivência com essa pessoa.
• Desenvolvimento de um sentido para a morte daquela pessoa.
• Cumprimento adequado das etapas de desenvolvimento da infância e adolescência.

Os sinais e sintomas abaixo mencionados podem indicar que a criança poderá estar a desenvolver um luto complicado/ traumático e poderá beneficiar de ajuda profissional para superar a morte da pessoa querida:
• Pesadelos constantes ou outras desordens do sono.
• Sentimentos persistentes de culpa da morte da pessoa querida.
• Pensamentos perturbadores constantes sobre a forma como a pessoa morreu.
• Isolamento social persistente.
• Evitar persistentemente falar sobre a pessoa morta ou a sua morte.
• Apatia persistente.
• Mudança acentuada no desempenho escolar.
• Preocupação e ansiedade excessivas manifestadas na recusa em ir para a escola, ir dormir, ou participar em atividades normais para a sua idade.
• Episódios de grande agitação e agressividade.
• Nervosismo expresso em movimentação constantes e fobias persistentes.
• Propensão para acidentes, como forma de auto-punição ou para chamar a atenção.
• Desobediência e oposição persistentes a figuras de autoridade.
• Birras muito frequentes.
• Queixas físicas constantes.


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CONSULTAS DE PSICOLOGIA

“Até logo!” - Dicas para uma adaptação suave ao infantário

A entrada no infantário é um marco importante para pais e crianças que levanta muitas emoções. Uma das preocupações mais frequentes dos pais é como tornar a transição casa-infantário o mais suave possível.

A Dra. Alicia Lieberman, psicóloga da Universidade da Califórnia – São Francisco, sugere algumas medidas que ajudam nesta transição:

• Antes da criança começar o infantário, procure conhecer os educadoras e o espaço. Fale com os educadores sobre ela, nomeadamente as suas qualidades e vulnerabilidades, os valores que quer incutir nela e a sua abordagem educativa. Estas informações são muito úteis para os educadores. Informe-os também de acontecimentos importantes na família que podem estar a influenciar a criança (p.e. a morte do animal de estimação, a visita de alguém próximo, etc).
• Familiarize-se com a rotina diária no infantário. Desta forma pode falar com a criança sobre o infantário e perceber melhor as suas experiências.
• Antes de deixar o criança no infantário, procure resolver alguma zanga que tenha surgido de manhã. Estas resoluções ajudam a perceber que os conflitos entre pais e filhos não desfazem a ligação emocional que os une.
• Durante a despedida:
Evite deixar a criança e sair sorrateiramente do infantário. Dê algum tempo para que a criança se habitue ao novo ambiente e despeça-se dela. Na tentativa de evitar que a criança chore, alguns pais aproveitam uma distração ou inventam uma desculpa para saírem rapidamente sem a criança se aperceber. Por outro lado, há pais que ficam por muito tempo com as crianças, adiando ao máximo a despedida. Estas estratégias não são eficazes para suavizar a transição casa-escola. Por um lado, quando os pais mentem às crianças sobre as separações, estas aprendem que não podem confiar neles. Nestas idades, o maior medo das crianças é perder os pais. Assim, algumas crianças ficam muito ansiosas e monitorizam constantemente o ambiente procurando detetar o mais pequeno sinal de uma possível separação. Outras crianças tomam uma posição de indiferença perante os pais tentando, assim, lidar com a incerteza das suas idas e vindas. Por outro lado, ir adiando a despedida e cedendo ao pedido da criança de ficar “só mais um bocadinho” e ao mesmo tempo dizer-lhe que “tem mesmo de se ir embora” pode criar confusão na criança e ao mesmo tempo reforçar a sua estratégia de pedir que fique, pois está a ser bem sucedida. 
De acordo com a Dra. Alicia Lieberman, a melhor forma de lidar com a separação é fazer uma abordagem directa e empática da despedida. Assim, pode ajudar muito dizer algo como: “Agora vamos dizer adeus e, mais logo, venho-te buscar. Vou ficar a pensar em ti durante o dia. Diverte-te na escolinha. Até logo!”
o Por vezes, deixar a criança levar na sua mochila um objeto que use em casa ou uma fotografia da família pode ajuda-la em momentos mais difíceis, permitindo-lhe fazer a ponte entre a casa e a escola e perceber que, mais tarde, irá regressar a casa.
o Fale abertamente com a sua criança sobre a escolinha. Deixará assim a porta aberta para que a separação seja um tópico legítimo de conversa.
o Entre em brincadeiras que ajudam a criança a lidar com as experiências de separação, por exemplo, as “escondidinhas” ou esconder objectos e pedir à criança para os procurar. Estas brincadeiras fortalecem o conceito de “permanência do objeto”, isto é, a noção de que as pessoas e coisas permanecem, mesmo quando não as podemos ver.

Por vezes, algumas crianças têm muitas dificuldades em adaptar-se ao infantário e os psicólogos podem ter um papel importante em ajudar a família e os educadores a perceber o que se passa e encontrar soluções para estes problemas. Alguns sinais de alerta são: 
• Problemas comportamentais súbitos que duram mais do que alguns dias e não podem ser atribuídos a problemas no ambiente familiar. 
• Medo persistente de um educador em particular.
• Recusa persistente em ir para o infantário, especialmente quando é uma recusa súbita e surge depois de a criança já se ter ambientado ao infantário.
• Perda de interesse em aprender e explorar, tristeza e isolamento.
• Repetidas queixas sobre um educador ou colega.
Estas mudanças súbitas no comportamento não indicam, necessariamente, que algo de errado se esteja a passar no infantário. Por vezes, ouvir uma história mais assustadora, ter um confronto com outra criança, ou mudar subitamente de educador, podem estar a origem destas mudanças. É importante que os pais estejam atentos a estes sinais e tentem perceber melhor a experiência da criança no infantário. A colaboração entre pais, educadores e psicólogos é assim fundamental para o sucesso da criança no infantário.

 

CONSULTÓRIOS DE PSICOLOGIA

“Eu sei o que estás a sentir, mamã!”

Um estudo feito na Universidade da Califórnia – São Francisco, pelas investigadoras Sara Waters, Tessa West, e Wendy Mendes mostra que há uma transmissão de emoções entre mães e bebés. No estudo, que analisou 69 mães e os seus bebés de 12 a 14 meses, observou-se que os bebés “apanharam” as emoções das mães, apresentando as mudanças fisiológicas correspondentes. 
Neste estudo, as mães separaram-se dos bebés para fazer um discurso de 5 minutos em frente a 2 avaliadores, seguindo-se uma sessão de perguntas e respostas durante 5 minutos. Algumas mães receberam uma resposta positiva dos avaliadores, outras uma resposta negativa e por fim um grupo de mães não recebeu qualquer resposta. As mães foram depois reunidas com os seus bebés.
Observou-se que passados poucos minutos da reunião, os bebés cujas mães receberam uma resposta negativa apresentaram um aumento do seu ritmo cardíaco comparativamente com os outros bebés. Estes resultados mostram que apesar dos bebés não poderem perguntar às mães como estas se sentem, eles conseguem sentir no seu corpo a emoção da mãe. As autoras sugerem que esta sintonia entre mães e bebés terá evoluído ao longo dos tempos para detetar e comunicar sinais de perigo, servindo como mecanismo de sobrevivência. Está também levantada uma ponta do véu sobre os efeitos que o stress tem indiretamente nas crianças, através dos seus pais. 
Para mais detalhes consulte o artigo original e a notícia que a Association for Psychological Sience publicou sobre este estudo.

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